Rossini - William Tell overture (Part 1)

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William Tell overture by Gioachino Rossini. Berliner Philharmoniker. Claudio Abbado, conductor.

Rossini - Barbeiro de Siviglia

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Barbeiro de Siviglia John Rawnsley - Largo al factotum Gioacchino Antonio Rossini nasceu em Pesaro a 29 de fevereiro (ou 2 de março) de 1792. Dificilmente teria outra carreira a seguir: era filho de um trompista e de uma cantora. Nos primeiros anos de vida já cantava bem e tocava trompa. Antes da adolescência, subiu ao palco para cantar óperas.Depois de estudos musicais bastante precários em Bolonha - onde escreveu alguns quartetos para cordas no estilo de Haydn - dedicou-se inteiramente ao teatro. Aos dezoito anos, escreveu uma comédia em um ato. Nem bem estreara sua primeira obra, 'La Cambiale di Matrimonio', começou a atender a encomendas de teatros de Ferrara, Veneza e Milão. O exigente público milanês consagrou, em 1812, a ópera 'La Pietra del Paragone' Rossini, embora jovem, passou a ser respeitado como um grande compositor. Não poderia ser diferente: em apenas dezesseis meses escreveu sete óperas, seis delas cômicas. No ano seguinte, seu trabalho foi reconhecido internacionalmente. A principal peça deste período é a dramática Tancredo (1813). Foi a farsa cômica A italiana em Argel, também composta nessa fase, que Rossini se tornou conhecido como um compositor ousado, fundindo expressão lírica e recursos dramáticos com a melodia límpida e harmonia rica. Mas a carreira de Rossini também experimentou algumas ondulações. Depois da brilhante etapa de estréias, produziu composições para Milão que desagradaram os críticos. Transferiu-se para Nápoles - onde escreveu Otello - para dirigir o teatro São Carlos, onde, sob contrato, tinha que compor dramas, mas conseguiu permissão para continuar escrevendo sob encomenda. A partir de 1815, sob contrato com Barbaja, empresário do teatro Scala de Milão, da Ópera Italiana, de Viena e Nápoles, compôs durante oito anos nada menos que vinte óperas. Os italianos queriam uma comédia diferente, e Rossini fez, em treze dias, O barbeiro de Sevilha, cuja estréia, em Roma, a 26 de dezembro de 1816, foi vaiada; mas a partir da segunda apresentação, no dia seguinte, tornou-se o maior sucesso de toda a história do teatro musical, na Itália e no estrangeiro. Rossini tornou-se o autor de óperas mais representadas na Europa e o compositor mais célebre de sua época, preferido pelo grande público ao seu contemporâneo Beethoven, o qual conheceu em Viena. Falava-se de 'febre rossinesca'. Rossini considerava Maria Malibran, a melhor cantora da época. Mas casou-se com uma outra soprano importante, Isabella Colbran, e voltou com ela para Bolonha. Antes disso, conseguiu uma façanha: acabou com as aberturas tradicionais dos espetáculos de ópera, muito longas e distantes da trama. Devido o enorme sucesso de Semiramis, foi convidado a morar em Londres onde, em menos de cinco meses, ganhou a importante soma de 7.000 libras. Em 1823 aceitou um vantajoso contrato permanente com a Ópera de Paris, onde passou a residir e chegou a exercer altas funções honorificas, sendo entusiasticamente festejado. Compôs Guilherme Tell, a mais bela e mais completa manifestação do gênio de Rossini. Recebeu do rei da França os cargos de primeiro compositor do rei, e inspetor geral de canto, percebendo um salário de 20.000 francos anuais. Privilegiado pela facilidade de improvisação, esbanjou o seu talento comerciando a sua arte. Mas depois da revolução de julho de 1830 e dos primeiros sucessos de Meyerbeer, Rossini abandonou a capital francesa e a composição de óperas. Estava muito doente. A beira de um colapso nervoso, voltou para Bolonha. Só escreveu em 1832, um Stabat Mater, música sem muita importância, operística, que no entanto encontra até hoje admiradores, e uma missa que é bastante melhor. Perdeu a esposa em 1845 e, depois se casou com Olympe Pélissier, mulher que reunia a elite cultural em sua casa de Paris. Ela cuidou dele durante quinze anos, período em que quase não criou nada de importante. Em 1855 estava, de novo, em Paris, curado e ansioso para voltar a produzir. Compôs várias peças para piano e vozes, sempre com requinte. Rossini passou o resto da vida no ócio, dedicado aos prazeres da mesa, famoso por suas frases espirituosas e maliciosas, vindo a morrer em Paris a 13 de novembro de 1868, aproveitando as delícias da fama. Óperas cômicas - A alegre ópera A italiana em Argel (1813) foi eclipsada pelo sucesso enorme de O barbeiro de Sevilha (1816), que é até hoje a ópera mais representada na Itália e muito exibida no estrangeiro: merece isso pela verve da abertura e das árias, e pelo efeito irresistível das cenas cômicas. De Cinderela (1817), que é musicalmente mais séria, só sobrevivem algumas árias, modelos de bel canto, e de A pega ladra (1817) só a abertura. A música dessas obras é muito divertida, sem seriedade nenhuma, mas excelentemente adaptadas ao texto e, sobretudo, à ação dos cantores no palco. A contribuição principal de Rossini para a música de ópera é a exploração do elemento histriônico. Óperas sérias - No entanto, a ambição de Rossini foi a ópera séria, trágica, para a qual não tinha o mesmo talento. É digno de nota o fato de que as aberturas de suas óperas sérias poderiam muito bem figurar como introduções a óperas cômicas. Mas na época, Tancredo (1813) foi muito admirada, mais ainda Moisés no Egito (1818), que se afigurava aos contemporâneos espécie de oratório no palco. Mas também não se cansaram de ouvir Otello (1816) e Semiramis (1823), hoje totalmente esquecidos. Só A dona do lago (1824) teve, imerecidamente, menos sucesso. A grande obra séria de Rossini é a sua última ópera: Guilherme Tell (1829). A abertura é realmente um bom trecho de música. Mas na própria ópera, a "luta pela liberdade" parece-nos hoje travada como por soldados de chumbo. Os italianos, porém, descobriram e descobrem nessa obra os primeiros sinais do Risorgimento. O sucesso de Rossini - Guilherme Tell, assim interpretado, é uma exceção. A música de Rossini acompanha a época da Restauração, entre 1815 e 1830, e foi o divertimento predileto de uma sociedade frívola e deliberadamente apolítica. É por isso que Rossini conquistou triunfalmente a Europa, um "Napoleão da música", como disse Stendhal, que cometeu o erro de colocá-lo na mesma altura de Mozart. Balzac também o considerava o maior músico de todos os tempos, elogio que depois de 1830 já não tinha sentido. Fonte: http://www.classicos.hpg.ig.com.br/index2.htm Il Barbiere di Siviglia (em port. O Barbeiro de Sevilha) é uma ópera cômica em dois atos de Gioacchino Rossini e libreto de Cesare Sterbini, com base na peça homônima de Pierre-Augustin Caron de Beaumarchais (Le Barbier de Séville). Estreou no Teatro Argentina, em Roma, em 20 de Fevereiro de 1816. Uma ópera homônima também foi composta alguns anos antes por Giovanni Paisiello e por algum tempo teve mais êxito do que a de Rossini. Porém, somente a de Rossini permaneceu como parte do repertório moderno. Primeiro ato Amanhece. Diante da janela da jovem Rosina, o Conde Almaviva - que desconhece seu nome - faz uma serenata. Ela não responde. O Conde ouve ao longe a voz de um homem solitário a cantar: é o barbeiro Fígaro, amigo do conde, que estranha o fato de vê-lo longe de casa a essa hora. Almaviva diz a Fígaro que está por aquela região a fim de cortejar a mão da "filha do médico" que mora naquela casa (embora Rosina seja, na verdade, sua tutelada). Fígaro, sendo prestativo a qualquer tipo de serviço, coloca-se à disposição para ajudá-lo. Ambos ouvem Don Bartolo, o tutor de Rosina, dizer de dentro de casa que vai sair e que se Don Basílio, professor de música de Rosina e casamenteiro, chegar, é para fazê-lo esperar. Na verdade, Don Bartolo quer se casar com Rosina. Fígaro, então, propõe ao conde conseguir-lhe um disfarce, para poder entrar na casa de Rosina. Bartolo e Basílio, enquanto isso, discutem uma forma de eliminar o conde e chegam à conclusão que o melhor a fazer é elaborar um contrato de casamento e assiná-lo no mesmo dia. Fígaro, que ouviu tudo, avisa Rosina de que Bartolo que se casar com ela e lhe avisa de seu primo Lindoro, um estudante que se apaixonou por ela - na verdade, "Lindoro" é o pseudônimo usado pelo conde Almaviva para se aproximar dela. Rosina fica ansiosa e lhe escreve um bilhete. Bartolo entra surpreende Fígaro e Rosina, já desconfiado das tramóias que eles estão fazendo, e mantém Rosina de castigo, presa no quarto. Entra um policial (o conde Almaviva, disfarçado), e desafia Bartolo para uma luta. Bartolo vê que ele está passando um pedaço de papel a Rosina e exige vê-lo. Rosina troca os papéis e, quando Bartolo pega, o que vê é uma lista de lavanderia. Bartolo e o "policial" começam a discutir, embora Fígaro tente apaziguá-los, dizendo que os berros podem ser ouvidos na cidade inteira. Entra um policial de verdade, mas não consegue apurar o que está havendo e vai embora. Segundo ato Bartolo suspeita de que o policial é um espião do conde. Entra um jovem cognominado "Don Alonso" (novamente, o conde disfarçado), avisando que Basílio estava doente e não podia dar aulas a Rosina, por isso veio em seu lugar. Avisa-lhe que alguém, chamado "Conde Almaviva", o está enganando e mostra-lhe a carta de Rosina como prova, e solicita falar a sós com Rosina. Bartolo concede. Rosina reconhece "Don Alonso" como Lindoro disfarçado, e iniciam a aula de música, enquanto Bartolo descansa. Fígaro chega no fim da aula, e Bartolo exige explicações. Fígaro disse que estava na hora de fazer a barba, e Bartolo lhe entrega as chaves para pegar a navalha e a toalha. Fígaro retira uma das chaves do molho, às escondidas. Don Basilio aparece, para espanto de todos, e Fígaro e o conde (disfarçado) tentam a todo custo convencê-lo de que ele está com escarlatina e deve permanecer em repouso. Basílio sai. Fígaro faz a barba de Bartolo, enquanto o conde e Rosina simulam continuar a aula de música. O conde avisa a Rosina que Figaro tem a chave da janela e ambos estarão ali à meia-noite para ajudá-la a fugir. Bartolo escuta, expulsa Fígaro e o conde, e procura Don Basílio para avisar de que "Don Alonso" é um farsante. Começam a deduzir que tanto Don Alonso quanto Lindoro são o conde disfarçados e começam a preparar o casamento a Rosina. Bartolo diz a Rosina que Lindoro brinca com seus sentimentos, e mostra a carta que ela havia mandado, dizendo que ele planejava sequestrá-la e levá-la ao conde Almaviva. Rosina jura vingança e aceita casar com Bartolo, que diz para ela se trancar no quarto. Cai uma chuva torrencial e assim mesmo o conde e Fígaro entram no quarto de Rosina. Rosina tenta expulsá-los mas o conde logo se identifica, avisando que Lindoro jamais existiu. Chega o juiz de paz para celebrar o casamento de Rosina com o conde. Basilio, chocado, é forçado a ser testemunha do casamento e Bartolo chega com um policial, para prender Fígaro e o conde, mas Almaviva se identifica e Bartolo se dá por vencido. Fígaro, o conde e Rosina comemoram. A ária mais famosa desta ópera é a ária Largo al Factotum, cantada por Fígaro, logo no primeiro ato - onde, a certo ponto, ele começa a repetir seu próprio nome rápida e exaustivamente ("Figaro, Figaro, Figaro"). Tornou-se especialmente conhecida pelo público leigo após um desenho do Pica-Pau, de Walter Lantz, ambientado numa barbearia, em que ele canta essa ária, e na produção dos estudios da Warner Bros. como o desenho, com o personagem Perna Longa, "O coelho de Sevilha" Outras árias famosas são: • Ecco ridente in cielo (ária de Almaviva, 1º ato) • All'idea di quel metallo (dueto: Almaviva e Figaro, 1º ato) • Una voce poco fa (ária de Rosina, 1º ato) • La calunnia è un venticello (ária de Don Basilio, 1º ato) • Mi par d'esser colla testa (sexteto, fim do 1º ato) • Buona sera, mio signore (trio: Almaviva, Figaro e Basilio, 2º ato) • Dunque io son (dueto: Figaro e Rosina, 2º ato)

Rossini La Gazza Ladra Overture Abbado Vienna 1991

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Rossini - La Gazza Ladra Overture Claudio Abbado - Wiener Philharmoniker 1991 New Year's Concert

Rossini William Tell Overture, Riccardo Muti

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Riccardo Muti: Conductor l'Orchestra della Scala Last part "Cavalry charge"

Rossini - William Tell overture (Part 2)

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William Tell overture by Gioachino Rossini. Berliner Philharmoniker. Claudio Abbado, conductor.

Rossini-Cenerentola-"Questo è un nodo avviluppato"

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Gioacchino Rossini "La Cenerentola", Atto 2, "Questo è un nodo avviluppato" (Sestetto), Film version 1981. Frederica Von Stade (Cenerentola) Claudio Desderi (Dandini) Francisco Araiza (Don Ramiro) Paolo Montarsolo (Don Magnifico) Margherita Guglielmi (Clorinda) Laura Zannini (Tisbe). Orchestra Teatro alla Scala,Claudio Abbado conductor, Set and costum design Jean Pierre-Ponnelle

Cecilia Bartoli - Rossini - Bel raggio lusinghier

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Cecilia sings Semiramide's aria

Rossini Macedo e a poesia de cordel "A dieta da Farinha"

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O humorista Rossini Macedo no programa Show do Tom, comandado por Tom Cavalcanti, recitando a poesia de cordel "A dieta da farinha".

Rossini - The Barber of Seville - by Alexander Dmitriev

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Alexander Dmitriev plays Figaro from opera The Barber of Seville from Rossini on the Accordion (bayan). Perfect! He is wonderful!

Gioacchino Rossini - El Barbero de Sevilla

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Gioachino Rossini o Gioacchino Rossini (nacido como Gioavacchino Antonio Rossini en Pesaro, Italia, el 29 de febrero de 1792 y fallecido en París, Francia, el 13 de noviembre de 1868). Compositor italiano, conocido especialmente por sus óperas cómicas (en un famoso encuentro con Beethoven, éste le indicó que siguiese componiendo muchos "Barberos de Sevilla"), pero con numerosas aportaciones también en el mundo de la ópera seria (la bellísima obra "Tancredi", por ejemplo). Todo ello le hizo asumir el "trono" de la opera italiana, del bel canto de principios del siglo XIX, género que realza la belleza de la línea melódica por encima del drama o la profundidad emocional y por encima del interés armónico. A medida que avanzan sus composiciones, éstas van adquiriendo un mayor grado de dificultad vocal, tanto que desde mediados del siglo XIX hasta los años setenta del siglo XX, muchas de sus obras se creían imposibles de cantar, (sobre todo para la cuerda de tenor, hasta la irrupción de "superhombres" como Chris Merritt y Rockwell Blake, y otros importantes como William Matteuzzi, Ernesto Palacio, Ramón Vargas, Raúl Giménez, etc., que emulan a los grandes Giovanni Davide y Andrea Nozzari. Hoy en día destaca Juan Diego Flórez); como bajos, destacan cantantes del siglo XX como Samuel Ramey, Enzo Dara, Paolo Montarsolo y Ruggero Raimondi. Entre las señoras, en la cuerda de mezzosoprano, la incomparable Marilyn Horne y otras muchas como Teresa Berganza, Cecilia Bartoli o Ewa Podles; entre las sopranos, han destacado Katia Ricciarelli, Lella Cuberli, Montserrat Caballé y Maria Callas.

G. Rossini - William Tell Overture (Finale) - Karajan 1983

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Gioachino Rossini (1792-1868) WILLIAM TELL OVERTURE (1829) Berliner Philharmoniker HERBERT VON KARAJAN (1908-1989) New Year's Eve Concert, Berliner Philharmonie Dec 31, 1983

Gioachino Rossini : The Barber Of Seville - Overture

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Title : Gioachino Antonio Rossini , The Barber Of Seville (El Barbero de Sevilla ) - Overture You may heard this overture in bugs bunny Date : 1821

Gregory Kunde - Rossini - Otello

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Gregory Kunde - Rossini - Otello - 2007

Rossini Macedo e Chico Anysio com as piadas dos palavrões

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Os humoristas Rossini Macedo e Chico Anysio com as piadas dos palavrões no Vitória do Riso Festival.

Caballé sings Rossini

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Montserrat Caballé sings "Sombre fôret" from Rossini's opera Guglielmo Tell.

Rossini - L'assedio di Corinto - "Giusto Ciel!" - Bartoli

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In this video: Cecilia Bartoli, mezzo soprano Album: Rossini Heroines Performed by La Fenice Theater Orchestra Conducted by Ion Marin This time it is Bartoli singing this aria. And since she is the only Italian singer that I heard singing this aria, I'll just say she should know what she is doing when she says "m'avanza" (no (more)hope remains to me) instead of ci avanza as any other singer says.. So, here she is... About the score: As you can tell I am using pdf files for my videos and there is no way to transpose the pdf scores.. So, some of my videos may not be a match. I hope you can figure out all those scribbles over the score.. Some do match the way Bartoli is singing and some don't. But this aria has such variation in interpretation that I doubt there can be a perfect-match edition of this score. Also, I do not have the choir partition. Gioachino Rossini : L'assedio di Corinto "Giusto Ciel! In Tal Periglio" Libretto: Luigi Balocchi & Alexandre Soumet Giusto Ciel! in tal periglio Più consiglio, più speranza Non ci avanza, Che piangendo, che gemendo Implorar la tua pietà, etc Merciful Lord! In such peril the only course, the only hope which remains to us, is weeping, lamenting to beg Thy mercy, etc..

David Daniels - Di tanti palpiti - Tancredi - Rossini

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David Daniels performs "Oh Patria!... Tu che accendi questo core... Di tanti palpiti" from Tancredi by Rossini. Julius Rudel conducting. Richard Tucker Foundation Gala, Avery Fisher Hall, New York, 1997.

ROSSINI. "The Thieving Magpie". Overture

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Arrange for Flute Quartet. Flute Quartet "FLAVIO".

Alessandro Moreschi - Crucifixus (Rossini), 1902

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The last castrato Alessandro Moreschi sings Rossini.

Sumi Jo & Hvorostovsky - Rossini - Il Barbiere di Siviglia

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"Dunque io son tu non m'inganni?" Rosina - Sumi Jo Figaro - Dmitri Hvorostovsky July, 2005. Seoul, South Korea. Sumi Jo & Dmitri Hvorostovsky, Gala Concert Conductor : Constatine Orbelian Moscow Chamber Orchestra

Gioachino Rossini - Tancredi - "Di tanti palpiti" (Ewa Podles, Vesselina Kasarova & Jennifer Larmore)

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Not one compilation of Rossini's musical output would be complete without his first "hit tune": "Di tanti palpiti", the moderato section (a cabaletta of sorts) from the cavatina of Tancredi. In his biography of the Maestro, Stendhal wrote that the aria of Tancredi, known throughout Europe, was the most popular opera aria of its time... And also refered to as the "rice aria" because Rossini is supposed to have composed it while waiting for his risotto to cook one day in Venice (imagine: a hungry composer composing such a little masterpiece out of boredom :) )! The cavatina deals with Tancredi's return from exile Tancredi to defend his homeland against the Saracene besiegers (and to see Amenaide, of course). Although many recordings of the aria usually give us only the moderato, Tancredi's cavatina is actually a whole scene: an interlude (depicting Tancredi's boat dropping anchor in a port) - an impassioned recitative - a short (and rather boring) aria - a "cabaletta". It's also interesting to point out that the aria is quite "unrossinian" in character, it almost seems to come from another musical period: the moderato section could be attributed to any composer from the end of the 18th century. I decided to post only the "Di tanti palpiti" section for a number of reasons, chief amongst them being the fact that it is really the best part of Tancredi's cavatina. It's almost a suprise when it appears after the rather uninspired cantabile. I once had about ten versions of this aria (including two renditions sung by sopranists, Kowalsi and Manzotti) but I narrowed the choice to six versions: 1) Marilyn Horne (I presume that it's from her full recording of the score). A real classic, Horne just continues to pour out beautiful sound during the whole piece. I also the use of moderate ornamentation during the repeat which doesn't destroy the musical balance and the slow, relaxed tempo from the orchestra. 2) Lucia Valentini-Terrani (from her disk "Arie di Rossini" with Zedda). A good rendition but I find the voice a bit too light for the role. The additional coloratura is well integrated but a bit over the top in places (listen to the very beginning of the repeat, it's a bit too extroverted for a warrior returning to an "ungrateful homeland"). 3) Agnes Baltsa (from "Agnes Baltsa sings Rossini" with Marin). Baltsa really "gets" the situation and offers some relaxed singing though I don't like the intrusive mannerisms (there some unattractive glottal attacks). Marin seems to want to mute out the singer with a very loud orchestra. 4) Ewa Podles (from the complete recording with Zedda). I personally love the relaxed conducting here: no rushing. I also think that Podles comes close to Horne's standard. An excellent account. 5) Vesselina Kasarova (from the complete recording with Abbado). Again, as in the selections of the second act duet for the lovers, I find that Kasarova is somehow over the top: she paints almost every word and adds quite a lot of ornamentation, even to the first verse (though, most of it is tasteful; the problem is in quantity, rather than quality). She is good but quite overwhelming. 6) Jennifer Larmore (from her excellent album "Call me Mister"). I really do like Larmore, and she doesn't disappoint here: she really sounds like a warrior (compare with Valentini-Terrani who sounds rather tame by comparison). Ornamentation is good, even if it is familiar (though after listening to six versions of the same aria it is bound to be). The renditions are grouped into two uploads (just check the title to find the one you would like to hear :)). I also decided that a little appendix wouldn't hurt, so I am also uploading two replacement arias for "Di tanti palpiti": 7) Cecilia Bartoli (from her hit album "Maria"). The piece presented is actually Giovanni Pacini's own composition, "Dopo tante e tante pene" composed for "Tancredi" to show off Maria Malibran's wide vocal range. It's actually not bad, the cabaletta is even quite fun to listen too but it would seem out of place in Rossini's opera (to my mind it is too romantic for Rossini's more classically composed opera). 8) Vesselina Kasarova (again, from the full recording under Abbado). This aria is very similar to the replacement aria for Lindoro in "L'italiana in Algeri" ("Concedi, amor pietoso"), especially the cabaletta. It is quite good as a replacement because it features a much better cantabile section (a way better one, in fact) and the cabaletta is as passionate as in the original. Hope you enjoy :)! Do take your time and listen to all selections, it's quite interesting to compare them (though, again, this isn't a contest, rather a comparison). P.S. If you'd rather hear a countertenor sing the aria, then check David Daniel's excellent account on Youtube :).

Gioacchino Rossini - Il barbiere di Siviglia

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Sestetto (Finale Atto Primo) Rosina: Teresa Berganza Il Conte d'Almaviva: Luigi Alva Figaro: Hermann Prey Don Bartolo: Enzo Dara Don Basilio: Paolo Montarsolo Berta: Stefania Malagù Fiorello: Renato Cesari Orchestra e Coro del Teatro alla Scala di Milano Direttore: Claudio Abbado Regia: Jean-Pierre Ponnelle

Rossini - Overture from the "Barber of Seville"

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Gioachino Antonio Rossini (1792 - 1868) "The Barber of Seville", or "The Useless Precaution" ("Il barbiere di Siviglia, ossia L'inutile precauzione") is an opera buffa in two acts by Gioachino Rossini with a libretto (based on Beaumarchais's comedy Le Barbier de Séville) by Cesare Sterbini. The overture, first written for "Aureliano in Palmira", is a famous example of Rossini's characteristic Italian style. The première (under the title Almaviva, or the Useless Precaution) took place on February 20, 1816, at the Teatro Argentina, Rome.

Marilyn Horne sings Rossini (vaimusic.com)

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*NEW VIDEO CLIP* Marilyn Horne "Amenaide....Di Tanti Palpiti" from: Tancredi by Rossini from: VAI DVD 4401 Marilyn Horne in Concert Orchestra della Svizzera Italiana Lugano Festival 1986 Martin Katz, cond. Includes bonus track: Marilyn Horne in Conversation with Jon Tolansky. TO BUY THE COMPLETE VIDEO, GO TO www.vaimusic.com OR CALL TOLL-FREE IN THE US 1 (800) 477-7146 (OUTSIDE OF THE US, CALL 914-769-3691).

Turco in Italia * Rossini * overture - Vienna

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Il Turco in Italia, G.Rossini(Overture) Wiener Volksoper(Premiere 2.6.2003) Donna Fiorilla - Akiko Nakajima Don Geronio - Noe Colin Selim - Bjarni Thor Don Narciso - Matteo Lee Prosdomico - Adrian Eröd Musikalische Leitung: Pietro Rizzo Inszenierung: Dominique Mentha Bühnebild: Werner Hutterli Kostüme: Ingrid Erb Der Turke in Italien dramma buffo per musica 2 Akte Felice Romani 14. Aug. 1814 Mailand, Teatro alla Scala Musik von Gioacchino Rossini Il Turco in Italia è un'opera buffa in due atti di Gioacchino Rossini, su libretto di Felice Romani. La prima assoluta ebbe luogo al Teatro alla Scala a Milano, il 14 agosto 1814. Nell'occasione l'opera fu accolta freddamente, soffrendo il paragone con L'Italiana in Algeri, con la quale condivideva il gusto della "turcheria". Ma l'opera fu riabilitata nello stesso teatro sette anni più tardi, nel 1821. La fortuna moderna del Turco in Italia nasce negli anni '50 del '900, a partire dall'allestimento della Scala del 1954, con Maria Callas nel ruolo di Fiorilla.